domingo, 21 de junho de 2009

Lula vai prorrogar a redução do IPI até dezembro, de forma progressiva

Com prazo de validade perto do vencimento, a redução do Imposto sobre Produto Industrializado (IPI) paraveículos será prorrogada, a partir do dia 1º de julho, de forma progressiva, segundo fonte próxima das negociações entre a equipe econômica do governo, empresários e sindicalistas. A medida está assegurada para os veículos populares e de porte médio até dezembro deste ano, embora o valor da alíquota deva ser alterado durante este período.

Técnicos do Ministério da Fazenda propõem a redução progressiva da isenção do imposto como forma de manter o consumo de novos automóveis ao longo de julho, mas com percentuais reduzidos de agosto em diante. Se o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que irá mediar a questão na próxima semana, mantiver as tarifas atuais, as vendas de carros novos tendem a crescer no mês que vem, mas em agosto, o valor do IPI cobrado seria maior e assim por diante, até a cobrança total, a partir de janeiro de 2010.

O que interessa para o presidente Lula, segundo a fonte, é manter o ritmo de crescimento da economia para que este ano o Produto Interno Bruto (PIB) feche no campo positivo. A obsessão de Lula pelo desenvolvimento estaria ligado diretamente aos seus interesse eleitorais na campanha sucessória do ano que vem, principalmente junto à sua base política nos sindicatos da indústria automobilística, que emprega muitos, durante muito tempo e em uma longa cadeia produtiva que, uma vem quebrada, significa demissões em massa por todo o país.

Entre outubro e novembro do ano passado, a venda de automóveis despencou 26% com o agravamento da crise capitalista mundial. Para recuperar o setor e o volume de negociações, o governo reduziu o IPI sobre os veículos em novembro do ano passado e, em abril, prorrogou a medida até o dia 30 deste mês.


sexta-feira, 19 de junho de 2009

Veterano britânico da Primeira Guerra vira homem mais velho do mundo

Informação foi confiramada pelo Livro Guinness de Recordes.
Ele 'herdou' o posto após a morte do japonês Tomoji Tanabe aos 113 anos.

O veterano britânico da Primeira Guerra Mundial Henry Allingham é o novo homem mais velho do mundo aos 113 anos, após a morte do antigo dono do posto, o japonês Tomoji Tanabe, informou o Guinness World Records nesta sexta-feira (19).

"Henry Allingham é agora oficialmente o homem mais velho do mundo", informou uma porta-voz da organização reconhecida como a maior autoridade dos recordes mundiais.

Tanabe, que comia principalmente vegetais e acreditava que a chave para sua longevidade era não beber álcool, morreu nesta sexta-feira aos 113 anos e foi o recordista entre os homens que mais viveram desde janeiro de 2007.

Allingham nasceu em Londres no dia 6 de junho de 1896, e ganhou o título de britânico mais velho em 19 de janeiro de 2007, com 110 anos e 227 dias, informou o Guinness em um comunicado.

"Nós estamos contentes em ver que um homem inglês ganhou o recorde -- a última vez que alguém da Inglaterra levou o título foi Frederick Butterfield, que morreu em 9 de março de 1974, com 110 anos", disse Craig Glenday, redator-chefe do Guinness World Records.


Allingham é um dos apenas dois veteranos britânicos sobreviventes da Primeira Guerra Mundial, e o último sobrevivente entre os fundadores da Força Aérea Real, de acordo com a mídia britânica.

Seu amigo e acompanhante, Dennis Goodwin, disse: "É surpreendente. Ele é filosófico. Ele venceu sem dificuldade, como ele faz com tudo."

A vida de Allingham passou por seis reis, começando com a Rainha Vitória. Ele tem cinco netos, 12 bisnetos, 14 tataranetos e 1 tatara-tataraneto.

O Guinness informou que a pessoa mais velha do mundo é a norte-americana Gertrude Baines, de 115 anos, que nasceu no dia 6 de abril de 1894.

G1 andou carro elétrico indiano Reva iVeículo tem duas unidades à venda no Brasil por R$ 70 mil. Autonomia do modelo é de 80 km, segundo a fabricante.



Carros elétricos circulando pelas ruas do país parece uma cena distante. Na verdade, parecia. Eles começam a chegar por aqui e, no mínimo, prometem chamar muita atenção do mercado. É o exemplo do Reva i, modelo trazido por importadores independentes, que está à venda no Brasil por R$ 70 mil.

Fabricado na Índia desde

2004, o carrinho, tido como popular, é vendido no mercado indiano por US$ 10 mil, equivalente a R$ 19 mil. Na Europa, onde ele é bastante comum, principalmente em Londres, o valor fica em torno de 9 mil libras (quase R$ 29 mil ). O preço elevado no Brasil é explicado pelas taxas de importação.

Na faixa dos R$ 70 mil é possível adquirir, no mercado nacional, sedãs médios, como Honda Civic (R$ 64.365) e Toyota Corolla (R$ 58.513) e até utilitários esportivos, como Kia Sportage que parte de R$ 70.500. ”Aqui no Brasil o Reva i é um carro popular para pessoas com alto poder aquisitivo. Na verdade, ele é uma opção para quem está mais preocupado em preservar o meio ambiente do que desfilar com carrões”, diz Victor Levy, um dos representantes da marca.

As duas unidades que estão disponíveis no país são modelos de entrada e saem de fábrica apenas com desembaçador traseiro e sistema de preparação para som. A importação da versão topo de linha, chamada Deluxe, sai em média por R$ 97 mil, dependendo do frete. Ela vem equipada com CD e MP3 player, ar-condicionado, bancos aquecidos e revestimento em couro. As baterias de chumbo-ácido também podem ser substituídas por baterias de íon-lítio, que são menores, mais duráveis e tem capacidade de carga superior. Se for encomendado, o pedido demora cerca de cinco meses para chegar.


quinta-feira, 18 de junho de 2009

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